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04/05/2010

Posted by Samy Teixeira
1 comment | 10:19
Todo mundo em algum momento da vida já teve um album de figurinhas, certo? Atualmente, figurinhas deixou de ser coisa só de criança. Com o frisson da Copa do Mundo tem muito marmajo que entrou nessa onda de figurinha (e garotas também - leia-se eu! =p) e está levando a coisa bem a sério. Mas, para completar o album todo colecionador passa por um grande problema. Que saber qual?

29/04/2010

Posted by Samy Teixeira
No comments | 08:12
Há algum tempo atrás eu participei de um grupo de ação social e nesse tempo eu aprendi que não precisamos ter dinheiro ou coisas materiais para ajudar o próximo. E você tem a possibilidade pode fazer isso agora!

07/04/2010

Posted by Samy Teixeira
1 comment | 09:56


Vamos falar um pouquinho de coisa séria? Esse post está meio atrasado mas creio que ainda dá tempo (a esperança é última que morre!). Está pra ser votado, hoje, um projeto de lei que visa mudar a política brasileira.


14/05/2009

Posted by Samy Teixeira
No comments | 10:39
[caption id="" align="aligncenter" width="398" caption="A gente não quer só comida!"]   

A gente não quer só comida?



 

 

[/caption]

 

O Vale-cultura, uma das propostas que compõem a reformulação da Lei Rouanet, em consulta pública, fará com que pelo menos 12 milhões de trabalhadores disponham de R$ 50 mensais para consumir cultura. Quanto isso pode ajudar na valorização da cultura?


Por Anna Carolina Raposo


Entre as propostas apresentadas pelo Ministério da Cultura na reformulação da Lei Rouanet, em consulta pública na internet até meados de maio, uma iniciativa anima o mercado cultural: o Vale-Cultura. O novo subsídio integrará a cesta de benefícios da qual usufruem trabalhadores registrados, funcionários das empresas de lucro real, ou tributável. Eles receberão, além dos vales refeição e transporte, o montante extra de R$50 para ser gasto exclusivamente com alimento para a mente. Se sair do papel, o Vale-Cultura poderá gerar um aumento estimado em 12 milhões de pessoas entre consumidores de livros, teatro, cinema, exposições.


O ministro Juca Ferreira, quando apresentou o projeto, comparou seu funcionamento ao do "tíquete-refeição". No salário do trabalhador, a dedução será de R$10, ou 20% do valor estabelecido para o benefício. O governo arcaria com 30%, e os outros 50% seriam assumidos pelas empresas. A expectativa do MinC é que de o mercado cultural seja impactado de forma similar ao setor alimentar depois de instituído o vale-alimentação. Se for aprovado pelo Congresso, o vale-cultura representará uma preocupação, até então inédita, com o investimento no consumo, e não apenas na produção cultural, dizem os especialistas consultados.


Mais que comida


"Existe um aspecto muito positivo, que é ajudar na formação de um público para cultura. Não é só o aumento do público que consome cultura, mas o incentivo a uma mentalidade de procura pela cultura, proporcionar o acesso a pessoas que antes não tinham", afirma Fábio Fabio Maciel, presidente do Instituto Pensarte, organização cultural de interesse público que promove debates e ações sobre os avanços das políticas culturais no Brasil.


Para Maciel, o benefício auxilia na conscientização sobre a relevância da cultura para a formação individual, intelectual. "É um primeiro passo para uma revisão de valores. Mas será necessária a divulgação da importância em participar da cultura. O trabalhador tem que ver que aquilo vale a pena, afinal, ele também está pagando por isso". Segundo o MinC, apenas 14% da população brasileira vai ao cinema ao menos uma vez por mês, 92% não frequenta museus, 93% nunca vai à exposições de arte, e 78% nunca assiste a espetáculos de dança.


João Leiva, presidente da J. Leiva Cultura e Esporte, consultoria especializada no desenvolvimento de políticas culturais e esportivas para empresas, acredita que, independentemente da aprovação, uma proposta como a do Vale-Cultura gera uma discussão positiva sobre a importância dada à cultura. "É uma boa iniciativa e pode ter sucesso. Existe o benefício econômico direto de aumentar bilheteria, mas há um benefício maior, o de aumentar o acesso do trabalhador à cultura e a educação. As grandes dificuldades, no entanto, são um reconhecimento interno na empresa sobre o valor disso, e o sentimento do trabalhador de que o benefício realmente agrega".


Fábio Maciel crê que não haverá resistência por parte dos empregadores em aderir ao Vale-Cultura. "No que diz respeito à imagem, pode 'pegar muito bem'. Por conta disso, várias empresas vão aderir", acredita.


Democratização


O presidente do Pensarte prevê ainda mudanças na abordagem dos produtores de cultura com relação à divulgação de seus eventos e conteúdos. "Deve haver uma propaganda mais dirigida, em contato com as empregadoras. Vão ser criadas parcerias com essas empresas para fazer a divulgação de uma maneira direta para os próprios funcionários", considera.


Para Maciel, o Vale-Cultura é a parte inicial de um longo processo de democratização da cultura. "No princípio, os R$50 não vão garantir acesso às produções culturais mais caras, mas vai possibilitar uma difusão maior da produção artística. A possibilidade de escolha aumenta. E, se pensarmos em ações conjuntas atreladas ao fomento à produção, espetáculos caros podem se tornar bastante acessíveis ao público. As pessoas às quais o vale beneficia já têm suas necessidades básicas atendidas. Depois que garante-se a sobrevivência, valoriza-se o humano. E investir em cultura é valorizar o Humano".


E para você, o vale auxiliaria na promoção da cultura?

Via E- Books








17/03/2009

Posted by Samy Teixeira
No comments | 17:08





Andei vendo um movimento muito interessante para ajudar nosso planeta. Movimento mundial de combate ao aquecimento global, a Hora do Planeta será realizada pela primeira vez no Brasil. A idéia é que durante uma hora, no próximo dia 28 de março, as pessoas apaguem as luzes entre 20h30 e 21h30. É um movimento simbólico para chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental, afinal apenas uma hora talvez não vá fazer tanta diferença assim, mas na maior parte dos países a produção de energia elétrica gera grande quantidade de gases de efeito estufa que causam as mudanças climáticas. Então vale a pena lutar pelo movimento.



Conhecido mundialmente como Earth Hour, o movimento é promovido no país pelo WWF-Brasil e conta com a adesão e apoio do Rio de Janeiro, a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa. Eduardo Paes, prefeito da cidade do Rio de Janeiro, anunciou que irá apagar as luzes de ícones cariocas como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana, que terá a segurança reforçada pelas autoridades competentes. Além do Rio de Janeiro outras grandes cidades mundiais já anuviaram a participação, como Atenas, Buenos Aires, Edimburgo e Nova Iorque.




"A Hora do Planeta não é um ato de economia de energia, mas um gesto de engajamento social, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor. Será uma demonstração da nossa paixão pelas pessoas, pela união, pela solução, pela conservação do planeta, e principalmente, pelo futuro e pela vida", afirma Álvaro de Souza, presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil.





Os cidadãos são convidados a se cadastrar no site www.horadoplaneta.org.br


Cadastre-se e saiba como participar na Hora do Planeta.


Informações 0300 789 5652


Faça parte. Apague as luzes por um futuro mais sustentável!"



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